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Escrita de Alma

Escrevo como quem abre a sua alma e partilha o melhor do seu ser na companhia dos seres mais maravilhoso os meus animais , Maggie e Fluffy.

Escrita de Alma

Escrevo como quem abre a sua alma e partilha o melhor do seu ser na companhia dos seres mais maravilhoso os meus animais , Maggie e Fluffy.

14 de Outubro, 2020

Reflexão... O que me incomoda no outro

Hoje, enquanto bebia o meu chá na minha varanda e apreciava a natureza à minha volta, dei comigo a pensar como, às vezes, tudo nos incomoda sem explicação e sem motivo.

O que me incomoda no outro ser!?

Incomoda a cumplicidade e o companheirismo que nos une!? Incomoda o respeito pelos meus momentos de silêncio!? Incomoda a minha atitude alegre, positiva e feliz perante a vida?! Incomoda o facto do outro se orgulhar do ser que sou!? Incomoda a felicidade que partilhamos em pequenos e profundos momentos!? Incomoda as nossas gargalhadas e as nossas brincadeiras!? Incomoda o saber apreciar as coisas mais simples e maravilhosas da vida!? Incomoda aceitá-lo tal como ele é!? Incomoda o nunca deixar de ser quem eu sou e o outro também, não!? Incomoda os nossos silêncios cúmplices!? Incomoda a nossa união e a nossa complementaridade!?...

Por vezes, até aquilo que é bom, maravilhoso nos incomoda e não sabemos explicar o porquê!?

Quando algo nos incomoda no outro sem explicação sem percebermos o porquê, mas, sentimos, às vezes, só temos de parar e ver o quanto ingratos estamos a ser! Só, porque estamos num dia menos bom, em que tudo nos incomoda sem motivo, não quer dizer que tudo seja mau. Só temos de parar, analisar o nosso interior e perceber o porquê de nos sentirmos assim. Temos de nos permitir a estar com o nosso silêncio interior para nos encontrarmos. Temos de saber nos questionar, questionar a nós mesmo o que nos incomoda no outro e porquê!? Temos de perceber que não somos perfeitos nem temos de ser. E, iremos perceber que quando nos permitimos aceitar as nossas imperfeições e os dias menos perfeitos, encontramos a gratidão, face aos incómodos que nos permitem evoluir interiormente e evoluir em conjunto com o outro ser.

É na partilha que dois seres evoluem mutuamente num caminho de união, de amor, de respeito, de gratidão, de cumplicidade e de luz.

 

Com gratidão,

Cátia Santos

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